As principais abordagens em historiografia eclesiástica
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1° Templo da Assembleia de Deus em Rio Branco - Mato Grosso |
A historiografia eclesiástica é uma ferramenta muito importante para aqueles que pretendem escrever a história de sua igreja local. Como responder com confiança sobre os aspectos históricos da nossa fé? Certamente os nossos filhos e netos um dia nos indagarão a respeito da origem de nossa fé e como tudo começou. Para dar as respostas a essas perguntas é necessário um trabalho sério e comprometido com a verdade. É com essa finalidade que eu me propus a pesquisar sobre a historiografia voltada ao campo eclesiástico. Muito bem, o texto abaixo é uma resposta que o Bard Goohle deu à minha questão. Confira:
As principais abordagens em historiografia eclesiástica podem ser divididas em duas categorias: abordagens tradicionais e abordagens críticas.
Abordagens tradicionais
As abordagens tradicionais em historiografia eclesiástica são aquelas que se concentram na análise dos eventos e personagens da história da Igreja. Essas abordagens geralmente são baseadas em uma perspectiva teológica ou confessional, e buscam compreender a história da Igreja como uma história de salvação ou de progresso espiritual.
Algumas das principais abordagens tradicionais em historiografia eclesiástica são:
A abordagem hagiográfica: A abordagem hagiográfica se concentra na vida dos santos e mártires da Igreja. Essa abordagem é baseada na crença de que os santos são exemplos de santidade e de que suas vidas podem inspirar os cristãos. A abordagem confessional: A abordagem confessional se concentra na história de uma determinada denominação cristã. Essa abordagem é baseada na crença de que a história da Igreja deve ser contada a partir da perspectiva de uma determinada denominação. A abordagem narrativa: A abordagem narrativa se concentra na narração dos eventos da história da Igreja. Essa abordagem é baseada na crença de que a história da Igreja deve ser contada de forma clara e envolvente.
Abordagens críticas
As abordagens críticas em historiografia eclesiástica são aquelas que se concentram na análise das estruturas e processos da história da Igreja. Essas abordagens geralmente são baseadas em uma perspectiva secular, e buscam compreender a história da Igreja como uma parte da história da sociedade.
Algumas das principais abordagens críticas em historiografia eclesiástica são:
A abordagem institucional: A abordagem institucional se concentra na análise das instituições da Igreja, como a hierarquia, a liturgia e a doutrina. Essa abordagem é baseada na crença de que as instituições da Igreja são essenciais para a compreensão da sua história.
A abordagem social: A abordagem social se concentra na análise das relações sociais dentro da Igreja, como as relações de poder, de gênero e de classe. Essa abordagem é baseada na crença de que as relações sociais são fundamentais para a compreensão da história da Igreja.
A abordagem cultural: A abordagem cultural se concentra na análise da cultura da Igreja, como a arte, a literatura e a música. Essa abordagem é baseada na crença de que a cultura da Igreja é uma expressão da sua identidade e da sua mensagem.
A historiografia eclesiástica é um campo dinâmico, e as abordagens críticas estão se tornando cada vez mais importantes. Isso ocorre porque as abordagens tradicionais são frequentemente acusadas de serem tendenciosas e de não levarem em consideração a diversidade da história da Igreja.
As abordagens críticas permitem aos historiadores eclesiásticos compreender a história da Igreja de forma mais abrangente e equilibrada. Elas permitem aos historiadores compreender a Igreja como uma instituição social, cultural e política, e não apenas como uma instituição religiosa.
Fonte:
Bard. (2023, 15 de novembro). Abordagens em historiografia eclesiástica. Resposta a perguntas.
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