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Mostrando postagens de outubro, 2021

A liberdade do amigo de Lutero

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    Retrato de Lutero pintado por Lucas Cranach   Se hoje temos a liberdade para examinar e interpretar as Escrituras Sagradas, devemos isso a Martinho Lutero. Nesse 31 de Outubro, Martinho Lutero, o Reformador é lembrado por todos os cristãos protestantes. Pois, foi nesse dia que ele fixou um banner contendo as suas 95 teses contra as indulgências da igreja católica. Foi numa pesada porta de madeira da igreja em Wittemberg que ele exerceu sua liberdade de expressão.  Porém, muitos desconhecem um dos amigos mais chegados de Lutero: Lucas Cranach, o Velho. Cranach foi um dos maiores artistas alemães do século XVI e foi de sua fina arte que saiu o retrato mais conhecido do reformador. Em um de seus mais representativos quadros, Cranach pintou a crucificação de Jesus e retratou ele mesmo e Lutero ao pé da cruz. O interessante é que na imagem o sangue de Jesus está jorrando sobre sua cabeça.   Essa imagem reflete o pensamento da reforma quanto à liberdade de expres

O peregrino da Aurora

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Autor: Izaque Barbosa O Peregrino da Aurora busca a sabedoria No alvorecer ele conversa com o Bom Pastor Sente paz e alegria, até na madrugada fria Quando em oração fala com o Senhor  O sol que desponta, já verte raios de fulgor E de joelhos ele busca a eterna luz Recebe graça e sabedoria para seu labor Na meiga presença do Senhor Jesus Sempre busca o conhecimento, o solitário viajor Ao passar pelas areias do deserto desse mundo Seus passos não vacilam, são firmados pelo Grande Criador É ele quem te dá conhecimento profundo E também entendimento que suplanta o torpor Vai Peregrino da Aurora, mostra-se fecundo!

Deixe que a lua a envolva

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Deixe que a lua a envolva  Autor: Izaque Barbosa  A lua prateada beijava a face dela Quando namorava perto da janela Num banco tosco sobre a verde relva Os dois se assentavam para conversar Ele louco pra seus lábios beijar Deixe que apenas a lua e o sol A envolva como em branco lençol Mas você ainda não, tudo tem o tempo certo Seja como a andorinha sozinha a voar Até o dia que com ela irá se casar Não se canse de olhar o calendário  Sonhando você e ela no santuário  Recebendo palavras lindas de compromisso E depois da multidão se despedir E em seus braços, enfim você cair Ah, que saudade daquela janela Que ficava perto do quarto dela O banco tosco sobre a verde relva Emoldurado pelos raios do luar Que a paisagem vinha pratear Se eu pudesse ser da lua a brancura Brilharia em seu rosto com alvura Em seu corpo não haveria escuridão Pois, em seu quarto entraria E seu corpo com luz envolveria Mas como isso não posso ser Nem a Deus vou desobedecer Pois a sua luz nos dá entendimen